Greve paralisa linhas da CPTM e provoca 750 km de congestionamento em São Paulo

Suspensão do rodízio e ônibus extras tentam aliviar o trânsito na capital paulista

A paralisação dos trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) tem causado impacto significativo no trânsito de São Paulo, com 750 quilômetros de congestionamento registrados nas principais zonas da cidade. A região sul enfrenta o maior volume de engarrafamento, seguida pelas zonas leste, oeste e norte, enquanto o centro apresenta situação mais amena.

Em resposta ao aumento do fluxo de veículos, a Prefeitura de São Paulo decidiu manter a suspensão do rodízio de veículos, medida iniciada no primeiro dia da greve. Além disso, ônibus do Plano de Apoio entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese) foram acionados para atender as áreas afetadas pelas paralisações parciais das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

A greve, iniciada pelos ferroviários que reivindicam garantias formais de emprego para os trabalhadores das linhas afetadas, permanece em vigor enquanto sindicato, governo do estado e CPTM se preparam para audiência de conciliação marcada para esta quarta-feira (5). A negociação será decisiva para o desfecho do movimento e a retomada do funcionamento regular das linhas.