Com Ancelotti, jovem atacante enfrenta poucas oportunidades na equipe brasileira e no clube espanhol
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo gerou críticas ao técnico Carlo Ancelotti, especialmente sobre as escolhas do time titular e dos reservas. Entre os jogadores que pouco entraram em campo está o atacante Endrick, que ficou fora do top 10 em minutos jogados entre os atacantes convocados pelo treinador.
Endrick, autor do gol da vitória contra o Egito no amistoso pré-Mundial, passou grande parte da partida seguinte em aquecimento, mas foi preterido por Matheus Cunha e Luiz Henrique. Essa situação reflete o histórico do jovem no Real Madrid, clube europeu que defende desde 2024, onde teve poucas chances sob comando de Ancelotti.
Na temporada 2024/25, Endrick disputou apenas 847 minutos em 37 jogos pelo Real Madrid, média inferior até mesmo a jogadores que sofreram lesões, como Dani Carvajal e Éder Militão. Curiosamente, o goleiro reserva Andriy Lunin atuou mais minutos que ele naquele período.
No Brasil, o atacante soma 104 minutos em três partidas sob o comando de Ancelotti, ficando atrás de nomes como Vinicius Jr., Matheus Cunha, Raphinha e Luiz Henrique. A preferência do técnico por outros jogadores e a concorrência nas posições ofensivas dificultam a presença do jovem em campo.
Por enquanto, Endrick segue como terceira opção entre os atacantes da Seleção, com pouca perspectiva de aumento no tempo de jogo. A expectativa é que ele aguarde novas oportunidades para mostrar seu potencial internacionalmente.
