Entidades rebatem críticas e reforçam integridade do juiz brasileiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Federação Paulista de Futebol (FPF) emitiram notas de apoio ao árbitro Raphael Claus, envolvido em controvérsia durante a Copa do Mundo de 2026. A polêmica surgiu após a Fifa suspender a punição do atacante norte-americano Balogun, expulso por Claus na partida contra a Bósnia e Herzegovina.
O episódio ganhou repercussão depois que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou a atuação do árbitro, classificando-a como "horrível" e levantando suspeitas sobre seu histórico. A CBF, no entanto, destacou que Claus é reconhecido internacionalmente por sua conduta ética e excelência técnica, sem qualquer registro que comprometa sua integridade.
A FPF também reforçou a reputação ilibada do árbitro, ressaltando sua trajetória marcada por dedicação e seriedade. Claus foi selecionado para duas Copas do Mundo e escolhido para apitar a final da Copa América 2024, além de atuar em partidas decisivas do Paulistão.
A controvérsia teve origem no cartão vermelho aplicado a Balogun após um lance revisado pelo VAR, quando o atacante acertou o tornozelo do adversário com as travas da chuteira. Embora a regra da Fifa determine suspensão automática para o jogador, a entidade optou por suspender a punição por um ano, permitindo sua participação na fase seguinte do torneio.
Trump afirmou ter solicitado uma revisão da decisão à Fifa, argumentando que o lance não configurou falta. A Bélgica, adversária dos Estados Unidos nas oitavas de final, questiona a elegibilidade de Balogun para o confronto. A situação segue sob análise, enquanto as entidades brasileiras mantêm o respaldo ao árbitro.
